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quinta-feira, 5 de março de 2026

As musas nuas dos escândalos sumiram, assim como as revistas Playboy, EleEla, Status e Sexy. O Banco Master é um caso que não tem belezas, só sujeira

 











por José Esmeraldo Gonçalves

O fim das revistas masculinas levou junto um segmento lucrativo da mídia. Playboy, da Abril, EleEla, da Bloch e Status da Editora Três faturavam milhões com a venda avulsa de revistas e a publicidade gerada por um subproduto sensual dos escândalos nacionais. Os editores das publicações especializadas em nudez feminina acionavam uma espécie de periscópio poderoso para localizar no rastro paralelo dos casos rumorosos as chamadas preferências nacionais. 

Geralmente eram escolhidas para posar para as revistas aquelas jovens não envolvidas na corrupção, mas capturadas pelo furacão midiático dos escândalos. Eram secretárias, eventuais namoradas ou testemunhas que se destacavam pela beleza e logo recebiam convites quase irrecusáveis dos editores. 

Um caso de tão amplo alcance como o do Banco Master certamente já estaria no scanner da Playboy, principalmente, a que pagava mais em cachês e cesta de produtos que incluía às vezes carro, apartamento e viagem. Na verdade, até aqui o enorme escândalo do Master é rico em roubalheira e pobre em estática feminina. 

A EleEla e Status adoravam o estilo guerrilha: pagavam menos, usavam a criatividade e rapidez para chegar antes nas musas potenciais. Sexy era mais ousada, revelava muito mais tudo que não vinha a público. Um dos espaços digitais que se abriu para substituir a nudez nas revistas foi o Only Fans, site pago, hoje com quase 400 milhões de assinantes e nenhuma musa dos intermináveis escândalos brasileiros .