A equipe do Estúdio I ainda não se recuperou do "erro" do power point. Ontem o elenco parecia ter sobrevivido a uma batida contra uma carreta sem placa. Já vimos velórios muito mais animados.
A crise nos bastidores não está contida. Isso ficou visível no ritmo do programa. Para usar uma expressão popularizada pela situação também crítica de Neymar, os jornalistas estão fazendo "controle de carga", pesando cada palavra, evitando distender um músculo, machucar os meniscos já abalados por terem ficado de joelhos nos últimos dias.
Daí, achei exagerados os segundos de silêncio entre uma fala e outra dos participantes. Malu Gaspar e Otávio Guedes eram os mais atuantes, mas evitaram choques de opinião como vinha acontecendo antes do desastre da cartolina da vergonha. O decano Merval era ouvido com atenção pelos restantes. Ninguém ousa interromper Merval. Arthur Dapieve, como sempre, dava opinião elaborada e parecia detestar discussões, é do tipo que não concede apartes. diz o que pensa e desliga o ponto. Andréia estava assustada. Normal, ela foi o alvo maior que da crise Conferia sempre o telão talvez para verificar se o power point não reaparecia como um zumbi que se recusa a morrer.
