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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Sexo, verdades e prints no escurinho da Casa Branca.


por José Esmeraldo Gonçalves 

Figuras ligadas à Casa Branca historicamente surpreendem quando o assunto é sexo ou assemelhados. Dessa vez, segundo revela o Daily Mail, foram vazadas fotos de Bryan Noem, marido de ex-secretária para segurança interna dos Estados Unidos, Kristy Noem - uma das mais importantes assessoras de Donald Trump - em poses do tipo cross-dressing.

Kristy Noem não tá nem aí. Foto Instagram

O escândalo é duplo porque Kristy seria amante de Corey Lewandovski, outro importante assessor de Trump. 

Como a direita brasileira gosta de imitar a direita americana, é de se supor que a corrida eleitoral, aqui, pode trazer revelações do tipo. No mínimo, a esperada liberação sem censura dos vídeos da festas de arromba promovidas por Daniel Varcaro. Aguardemos.        

Por equanto, vale constatar que direta ou indiretamente corredores, porões e suítes da Casa Branca já testemunharam travessuras sexuais as mais variadas. Muitas talvez nem tenham vindo a público em antigas épocas sem mídias insaciáveis. Pelo menos dois escândalos chegaram a vazar durante o governo de Andrew Jackson (1829-31).  O secretário de guerra de Jackson, John Eaton, manteve um romance clandestino com Margaret Peggy, mulher de John Timberlake, comissário da marinha. O escândalo perdeu força porque Timberkale morreu e apenas nove meses depois Eaton e Peggy se casaram. A fofoca se espalhou na Casa Branca, mas Andrew Jackson apoiou seu secretário de guerra. O próprio presidente Jackson tinha um segredo: ele também viveu um caso com Rachel Jackson, com quem casou, após a esposa se divorciar do primeiro marido. 

Em assuntos de cama, ninguém bate John Kennedy. Casado desde 1953 com Jackie Kennedy, ele retratava o  típico chefe de família americana. JK encontrava tempo para uma extensa agenda sexual com atrizes, secretárias, estagiária, prostitutas e ex-esposas de mafiosos e até mulher de um agente da CIA. As amantes mais conhecidas foram Marilyn Monroe e Anitta Ekberg, mas Kennedy buscava parceiras e não exatamente celebridades. Em dez anos de casamento, ele contou com a discrição dos agentes do serviço secreto para receber na Casa Branca dezenas de visitas, outros encontros aconteciam em viagens regionais e internacionais. 

Bill Clinton, coitado, aparentemente teve apenas episódios de sexo oral com uma estagiária. Parece ter sido algo sempre às pressas, entre uma audiência e outra. As escapadas interrompidas acabaram em escândalo político e em um processo de impeachment no qual foi absolvido. O senado considerou, na prática, que as performances precárias de Clinton não afetaram a segurança da democracia americana. De geração muito posterior a Kennedy, faltou a Clinton aprender algumas lições com o mestre dos mestres. 

Os escandalosos sexuais, e atuais da Casa Branca já não se preocupam com discrição. Vivem a era dos vídeos e das fotos compartilhadas nas redes sociais. O caso Epstein talvez tenha gerado mais dados do que a guerra civil americanas. São milhares de prints, depoimentos, testemunhos de garotas de programa, arquivos de áudio e de imagem. O ponto de contato com a Casa Branca é um ativo participante das festas organizadas pelo empresário:ninguém menos do que Donald Trump. Atualmente ele aparenta não ter mais disposição para atender Melania, quanto mais viver experiências exóticas. De qualquer forma, além das surubas by Epstein, Trump se envolveu há alguns anos em um caso com uma modelo a quem tentou comprar o silêncio. Não deu certo, a modelo não ficou calada e até revelou detalhes anatômicos de Trump nada relevantes. O presidente é tido como alguém de autoestima e ego inflados. mas o mesmo não acontece com o desempenho presidencial na cama que, segundo a jovem, era inoperante na maioria das vezes. 

Está explicado porque Trump acha mais excitantes fazer guerras.