As eleições brasileiras já tiveram muitos cabos eleitorais. Jânio teve a vassoura; Lacerda teve os mendigos do tio Guandu, no caso, um evento contrário; Bolsonaro teve a suposta facada; Collor teve a Globo; José Serra teve a bolinha de papel, que não funcionou; Dutra teve Dona Santinha e o fechamento dos cassinos; JK usou a promessa de construir Brasília; Temer só precisou dar um golpe; Sarney ganhou o Planalto no momento em que aceitou ser vice do frágil Tancredo; o cabo eleitoral de FHC foi Itamar; o cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro vai ser o refluxo