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| Modelo fantasia criado pelo ChatGPT a pedido do blog. Trata-se do design que vai derrubar as estatísticas de roubos nas ruas do Rio de Janeiro. Pode ser o fim do assaltante carona? |
por Flávio Sépia
Grande parte dos roubos de rua no Rio de Janeiro usa a estratégia de ataque por motos que transportam dois bandidos (o piloto e o carona). Quando caminha na calçada e observa uma moto se aproximando nessa configuração assustadora, o carioca já treme e apressa o passo. Normalmente, o carona bandido desce da moto armado e emprega violência física quando não atira logo, irritado, porque a vítima não entrega rapidamente carteira, celular e senha, aliança, cordão de ouro.
Alguns assaltantes usam falsas bags de aplicativos de entrega. Nesse casos, o bandido geralmente vem sozinho. Um grande facilitador para o crime é o capacete que dificulta a identificação do criminoso. Esse tipo de roubo é uma epidemia no Rio e demanda uma resposta das forças de segurança, talvez uma intensa rotina de abordagens. Os motociclistas honestos certamente podem se incomodar com a triagem, mas eles também são grande vitimas das duplas de bandidos motoqueiros que praticam roubos de motos na base do ataque repentino de pilotos se caronas.

Sou motociclista, já fui assaltado e apto a ideia.. São tantos roubos que vão acabar proibindo transportar carona
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