sexta-feira, 31 de julho de 2026

Os irmãos metralha querem sequestrar o futebol mundial

 

A revista L'Equipe estampou na capa a dupla que pretende sequestrar o futebol mundial. Na chamada principal algo como "Onde eles vão parar?"

Ao se render a Donald Trump e assumir um papel de extrema subserviência durante a Copa do Mundo, Infantino, presidente da FIFA, sabia o que fazia e guardava segredo de uma jogada financeira que só revelou um dia antes da grande final. 

Simplesmente, pretende colocar à venda a própria FIFA. A ideia é transformar a instituição que comanda o futebol mundial em empresa e  negociar ações de propriedade em um obscuro balcão de negócios. Detalhe importante: um dos interessados na negociada seria o irmão do genro de Trump, o mais novo amigo íntimo de Infantino. Ao revelar a tramóia, o chefão da FIFA ganhou uma adversária poderosa. Nada menos do que a UEFA. Com o peso de quem reúne 55 seleções que estão entre as mais importantes do mundo, a instituição europeia botou as armas na mesa. Declarou que se a ideia de vender a FIFA for adiante, a UEFA 
 européias boicotará a Copa do Mundo de 2030 e o próximo Campeonato Mundial de Clubes, ambos torneios promovidos por Infantino. A Concacaf, que representa os países das Américas do Norte, Central e Caribe, deu sinais de que vai apoiar o eventual boicote. A Conmebol, que agrega as seleções da América do Sul ainda não se manifestou, assim como África, Ásia e Oceania. Resta saber se Infantino e Trump, este que sempre está por trás dos negócios da família vão pagar para ver. 

Enquanto a Copa acontecia, Infantino e o clã Trump planejavam um golpe no futebol. O Corriere Della Será divulga o boicote por parte da UEFA caso o roubo de futebol mundial se concretize.
Atualização  em 02/8/2026 - Diante da forte reação da UEFA,  principalmente, o presidente da FIFA recuou da armação, na verdade o golpe de intenções obscuras, que pretendia dar no futebol mundial. Infantino não tem mais condições de permanecer no cargo. Foi vergonhosa a tentativa traiçoeira de assaltar o futebol em conluio com o clã do oligarca Donald Trump. Ele manteve o plano em segredo até revelá-lo na frente de quem lhe interessava: Trump e gangue. Se Infantino não cair agora vai tentar de novo. E terá apoio dos países da África e Ásia e talvez da CBF e da Conmebol, que até agora não se manifestaram. Ao contrário da pequena Concacaf, que tomou posição ao lado da UEFA. 

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