A inteligência artificial contamina os textos jornalísticos. É inevitável. O uso indiscriminado da IA agora ocupa também o lugar de narradores. Observem .
Antes, quando havia necessidade de um locutor complementar informações nas pautas do repórter em campo, usava-se um profissional no estúdio.
Pois a Globo, principalmente, começa a trocar o humano pelo artificial. O sujeito cibernético é esquisito. Tem entonação e ritmo irritantes, e faz pausas anormais. São tão ruins que, se fosse um humano, seria imediatamente demitido como foram agora os altos executivos que pisaram na bola ao entregar a Copa do Mundo de bandeja para a Live Mood, dona da Cazé TV. (Ed Sá )
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