sexta-feira, 12 de abril de 2024

Justiça do DF censura a Agência Pública

 

Matéria reproduzida do Jorlaistas & Cia. Edição 1455

Comentário do blog -  O desembargador Alfeu Gonzaga, do Tribunal de Justiça do DF (leia acima) justificou sua decisão com três impropriedades: defende o "esquecimento" (a polêmica proposta que, na prática, pretende fazer sumir da internet a memória de ilícitos cometidos especialmente por poderosas autoridades); declara que "vivemos em um país cristão, de perdão", ignorando que Estado é laico e religião é coisa que não deve constar de despachos jurídicos;  Gonzaça também chama o golpe de 1964, que resultou em uma era de assasssinatos e torturas, de Revolução - assim com uma maíscula de formais admiração e repeito.

A Agência Pública "reitera a lisura da reportagem e repudia a censura e a violação da liberdade de imprensa, um preceito constitucional tão caro para as democracias".  

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