segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A luz que salva.
deBarros
Um pontinho de luz brilhou no fim do túnel. Esse pontinho de luz pode se tornar um clarão que illuminará esse País tirando-o das trevas em que estava mergulhado. Um pontinho de luz que abrirá os céus à luz do sol e todo o País se aquecerá com o calor dos seus raios. Um pontinho de luz, que abrirá o seu horizonte, antes enegrecido e sem perpectivas futuras, para a nova geração, que nascerá triunfante nos seus ideais de dignidade, honestidade, carácter e vontade de servir ao País. Os deuses deram ao País, com esse pontinho de luz, a sua última oportunidade de se salvar da imoralidade, perversidade, da desosnestidade enfim da corrupção em que estava submerso, com a promessa de nunca mais esbarrar com "mensalões", "aloprados", "dólares nas cuecas", discursos irados e odientos, de homens jogando brasileiros contra brasileiros, de corridas de gananciosos enlouquecidos pelo fácil poder, que ao mesmo tempo que constrói também destrói.
E assim, mais uma vez, na história do homem: "Fiat Lux".
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
5X Favela briga por mais prêmios internacionais. É o cinema brasileiro no mundo
por Eli Halfoun
Enquanto, apesar de muitos protestos, o filme “Lula, o filho do Brasil” poderá representar o Brasil no Oscar, outro longa-metragem brasileiro corre o mundo e conquista prêmios. Depois de participar dos festivais de Cannes e de Gramado, nos quais ganhou sete troféus, “5x Favela”, de Cacá Diegues pode trazer para o Brasil prêmios das mostras de Chicago e de Biarritz, onde será exibido ainda esse mês. Por aqui o filme também vai bem: em apenas um fim de semana foi visto por 140 mil espectadores no Sudeste onde só foram distribuídas 40 cópias. Agora “5 X Favela”5 tenta ganhar o público nordestino com estréias em Salvador, Fortaleza, São Luiz e João Pessoa. É, enfim, o cinema nacional tendo sua qualidade reconhecida por seu próprio povo.
Enquanto, apesar de muitos protestos, o filme “Lula, o filho do Brasil” poderá representar o Brasil no Oscar, outro longa-metragem brasileiro corre o mundo e conquista prêmios. Depois de participar dos festivais de Cannes e de Gramado, nos quais ganhou sete troféus, “5x Favela”, de Cacá Diegues pode trazer para o Brasil prêmios das mostras de Chicago e de Biarritz, onde será exibido ainda esse mês. Por aqui o filme também vai bem: em apenas um fim de semana foi visto por 140 mil espectadores no Sudeste onde só foram distribuídas 40 cópias. Agora “5 X Favela”5 tenta ganhar o público nordestino com estréias em Salvador, Fortaleza, São Luiz e João Pessoa. É, enfim, o cinema nacional tendo sua qualidade reconhecida por seu próprio povo.
Debate: nem sempre o último é o melhor
por Eli Halfoun
Parece que na próxima eleição presidencial a Globo terá de mudar a estratégia de deixar o debate na emissora para o último inútil bate-boca de candidatos, no caso os presidenciáveis. O recente e frio encontro deixou claro que nem sempre os últimos serão os primeiros: depois de terem discutido, se agredido e prometido de tudo nos debates realizados em todas as outras emissoras os candidatos chegam ao picadeiro da Globo cansados, desgastados, sem nada a dizer e adotando cuidados que não lhes tirem a última esperança de conseguir mais alguns votinhos. Agora então foi pior: como a eleição estaria, segundo as pesquisas, praticamente decidida e os eleitores perderam a paciência de ouvir nada, ou seja, sempre as mesmas coisas que não significam absolutamente nada, o debate perde totalmente o interesse e o sentido. Mostra que a Globo comete um erro estratégico ao deixar seu palco-estúdio como picadeiro. Como se assim a Globo quisesse ter (e quer) ser a dona da verdade e da última palavra. Dessa vez essa antiga estratégia não funcionou: o eleitor já estava em contagem regressiva e contando os segundos para livrar-se enfim da desgastante campanha eleitoral e também da eleição. Das duas uma: ou a Globo desiste de ser a dona da palavra final e realiza o debate na emissora logo no início da campanha ou simplesmente desiste de promover debates. Até porque esses debates políticos não levam a nada. Ainda mais quando desde o início da campanha o resultado está praticamente definido pelas pesquisas.
Parece que na próxima eleição presidencial a Globo terá de mudar a estratégia de deixar o debate na emissora para o último inútil bate-boca de candidatos, no caso os presidenciáveis. O recente e frio encontro deixou claro que nem sempre os últimos serão os primeiros: depois de terem discutido, se agredido e prometido de tudo nos debates realizados em todas as outras emissoras os candidatos chegam ao picadeiro da Globo cansados, desgastados, sem nada a dizer e adotando cuidados que não lhes tirem a última esperança de conseguir mais alguns votinhos. Agora então foi pior: como a eleição estaria, segundo as pesquisas, praticamente decidida e os eleitores perderam a paciência de ouvir nada, ou seja, sempre as mesmas coisas que não significam absolutamente nada, o debate perde totalmente o interesse e o sentido. Mostra que a Globo comete um erro estratégico ao deixar seu palco-estúdio como picadeiro. Como se assim a Globo quisesse ter (e quer) ser a dona da verdade e da última palavra. Dessa vez essa antiga estratégia não funcionou: o eleitor já estava em contagem regressiva e contando os segundos para livrar-se enfim da desgastante campanha eleitoral e também da eleição. Das duas uma: ou a Globo desiste de ser a dona da palavra final e realiza o debate na emissora logo no início da campanha ou simplesmente desiste de promover debates. Até porque esses debates políticos não levam a nada. Ainda mais quando desde o início da campanha o resultado está praticamente definido pelas pesquisas.
Saara, uma lição de paz e democracia no comércio popular
por Eli Halfoun
O poder a quisitivo melhorou pouca coisa, mas melhorou. Isso não fez com que boa parte dos cariocas trocasse o comércio popular do centro da cidade, mais especificamente as ruas que formam o Saara, por sofisticados shoppings ou os muitos camelôs que vendem de tudo e se espalham por toda a cidade, mesmo com a cruel perseguição da Guarda Municipal. É impressionante o movimento de populares em todas as ruas do Saara todos os dias e especialmente aos sábados. Ainda há quem defenda a tese de que “no Saara só se compram coisas baratinhas e vagabundas”. Não é bem assim: tem produtos de todos os tipos para todos os gostos e todos os bolsos: quem quiser, por exemplo, uma roupa sofisticada e de excelente qualidade encontrará, claro que mais cara do que uma camiseta popular, mas mesmo assim mais em conta (e bota mais nisso) do que nas em lojas supostamente sofisticadas. O Saara é mais do que apenas um grande shopping a céu aberto: é o retrato de uma cidade que reúne cidadãos de todas as classes sociais e de todos os cantos do Brasil. É também uma lição de democracia onde todos circulam livremente e sem medo porque a própria multidão se encarrega de botar a marginalidade para fora. O comércio popular do Saara, que ganhou fama em muitos países já mereceu reportagens e estudos. Merece mais porque nada lhe tira o público e a sabedoria de juntar em paz todos os povos e todas as raças.
O poder a quisitivo melhorou pouca coisa, mas melhorou. Isso não fez com que boa parte dos cariocas trocasse o comércio popular do centro da cidade, mais especificamente as ruas que formam o Saara, por sofisticados shoppings ou os muitos camelôs que vendem de tudo e se espalham por toda a cidade, mesmo com a cruel perseguição da Guarda Municipal. É impressionante o movimento de populares em todas as ruas do Saara todos os dias e especialmente aos sábados. Ainda há quem defenda a tese de que “no Saara só se compram coisas baratinhas e vagabundas”. Não é bem assim: tem produtos de todos os tipos para todos os gostos e todos os bolsos: quem quiser, por exemplo, uma roupa sofisticada e de excelente qualidade encontrará, claro que mais cara do que uma camiseta popular, mas mesmo assim mais em conta (e bota mais nisso) do que nas em lojas supostamente sofisticadas. O Saara é mais do que apenas um grande shopping a céu aberto: é o retrato de uma cidade que reúne cidadãos de todas as classes sociais e de todos os cantos do Brasil. É também uma lição de democracia onde todos circulam livremente e sem medo porque a própria multidão se encarrega de botar a marginalidade para fora. O comércio popular do Saara, que ganhou fama em muitos países já mereceu reportagens e estudos. Merece mais porque nada lhe tira o público e a sabedoria de juntar em paz todos os povos e todas as raças.
Quem muito..., bem deixa pra lá.
deBarros
Dirigentes de paises deveriam receber aulas de como se comportar em solenidades efetuadas em nações estrangeiras, principalmente quando essas solenidades ocorrem no Oriente e no Oriente Médio, quando as posturas protocolares são muito rígidas. Com essas aulas protocolares se evitaria posturas ridiculas, mal executadas, bisonhas até.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Eleíção: o circo está armado. E como está
por Eli Halfoun
1-A proibição de vender bebidas no dia da eleição sempre foi só para constar. Nunca houve nenhum restaurante, bar sofisticado ou boteco pé sujo que não servisse cerveja ou uma cachacinha, o que sempre foi feito disfarçadamente. Além do mais ninguém podia nos impedir de beber em casa e depois sair para votar. Portanto a proibição da venda de bebidas sempre foi uma hipocrisia. Agora a mentirinha acabou: pelo menos no Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia a venda de bebidas não será proibida, o que significa dizer que ninguém precisará mais esconder a cerveja em uma garrafa de guaraná e a cachaça em uma de água mineral. Duvido que no domingo, dia da eleição, as pessoas saiam pelas ruas bêbadas e fazendo baderna. Brigas em dia de eleição geralmente acontecem por conta de militantes mais entusiasmados e conscientes de que o candidato para o qual trabalham (muitas vezes nem acreditam nele ou em suas propostas) está previamente derrotado.
2 - Nessa eleição, praticamente definida nas pesquisas com ou sem bebida não será diferente: se houver confusão (estou certo de que não haverá) será por causa da revolta dos derrotados. Tucanos e verdes bem que tentam deixar no eleitorado a dúvida sobre a realização de segundo turno. Talvez até aconteça, mas é difícil, muito difícil. Todas as pesquisas mostram claramente que a corrida presidencial está definida. Não se pode dizer que a virtualmente eleita Dilma Roussef fará um bom governo. É hora de torcer (até quem não votar nela precisa entrar nessa torcida) para que isso aconteça. Pelo menos até Lula voltar dentro de quatro anos.
3- Vale tudo nesse finalzinho de campanha: na Praça Saens Pena, Tijuca, que é (foi) uma espécie de concentração para farta e inútil distribuição de propaganda, todos os cartazes foram colocados agora lado a lado nas esquinas da Rua Conde de Bonfim com Rua General Roca. Estão lá posicionados formando um verdadeiro picadeiro. Será que isso quer dizer que o circo está armado?
1-A proibição de vender bebidas no dia da eleição sempre foi só para constar. Nunca houve nenhum restaurante, bar sofisticado ou boteco pé sujo que não servisse cerveja ou uma cachacinha, o que sempre foi feito disfarçadamente. Além do mais ninguém podia nos impedir de beber em casa e depois sair para votar. Portanto a proibição da venda de bebidas sempre foi uma hipocrisia. Agora a mentirinha acabou: pelo menos no Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia a venda de bebidas não será proibida, o que significa dizer que ninguém precisará mais esconder a cerveja em uma garrafa de guaraná e a cachaça em uma de água mineral. Duvido que no domingo, dia da eleição, as pessoas saiam pelas ruas bêbadas e fazendo baderna. Brigas em dia de eleição geralmente acontecem por conta de militantes mais entusiasmados e conscientes de que o candidato para o qual trabalham (muitas vezes nem acreditam nele ou em suas propostas) está previamente derrotado.
2 - Nessa eleição, praticamente definida nas pesquisas com ou sem bebida não será diferente: se houver confusão (estou certo de que não haverá) será por causa da revolta dos derrotados. Tucanos e verdes bem que tentam deixar no eleitorado a dúvida sobre a realização de segundo turno. Talvez até aconteça, mas é difícil, muito difícil. Todas as pesquisas mostram claramente que a corrida presidencial está definida. Não se pode dizer que a virtualmente eleita Dilma Roussef fará um bom governo. É hora de torcer (até quem não votar nela precisa entrar nessa torcida) para que isso aconteça. Pelo menos até Lula voltar dentro de quatro anos.
3- Vale tudo nesse finalzinho de campanha: na Praça Saens Pena, Tijuca, que é (foi) uma espécie de concentração para farta e inútil distribuição de propaganda, todos os cartazes foram colocados agora lado a lado nas esquinas da Rua Conde de Bonfim com Rua General Roca. Estão lá posicionados formando um verdadeiro picadeiro. Será que isso quer dizer que o circo está armado?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Um voo que perdeu o rumo...
Ainda em trânsito. Agora, em Brasília. O voo Webjet que originalmente era Rio-BH-Natal virou Rio-BH-Rio-BH-Brasilia-Fortaleza-Natal.
A estratégia da apelação...
...é a favor do aborto, não é a favor do aborto, usaram o nome de Jesus em vão, não usaram o nome de Jesus. Em busca do voto, o baixo nível virou marketing.
Maratona aérea... Em solo
...tempo fechado na escala Belo Horizonte. Depois de sobrevoar a cidade sem poder pousar, vôo de volta para o... Rio. Como diz a canção, começar de novo.
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