Criado em 2013, o Prêmio Petrobras de Jornalismo torna-se um referência para valorizar o trabalho de repórteres e fotojornalistas de todo o país. Para a edição deste ano, foram analisadas 1.782 reportagens. Veja os vencedores
GRANDE PRÊMIO
TRABALHO VENCEDOR
TERRA BRUTA - Pistolagem, devastação e morte no coração do Brasil
VEÍCULO DE IMPRENSA
O Estado de S. Paulo
EQUIPE VENCEDORA
André Borges / Leonencio Nossa / Dida Sampaio / Hélvio Romero / Luciana Garbin
PRÊMIO ESPECIAL DE INOVAÇÃO
TRABALHO VENCEDOR
Fauna invisível da Mata Atlântica
VEÍCULO DE IMPRENSA
O Estado de S. Paulo
REPÓRTER VENCEDOR
Herton Escobar
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
TRABALHO VENCEDOR
Tudo sobre o mosquito
VEÍCULO DE IMPRENSA
Folha de S.Paulo
EQUIPE VENCEDORA
Marcelo Leite / Mariana Versolato / Cláudia Collucci / Lalo de Almeida / Patrícia Campos Mello / Reinaldo José Lopes / Gabriel Alves
CULTURA
TRABALHO VENCEDOR
Travessia - A diversidade no Grande Sertão de Rosa, Riobaldo e Diadorim
VEÍCULO DE IMPRENSA
Estado de Minas
EQUIPE VENCEDORA
Gustavo Werneck / Fred Bottrel / Alexandre Guzanshe
ECONOMIA
TRABALHO VENCEDOR
Ranking de Eficiência dos Municípios
VEÍCULO DE IMPRENSA
Folha de S.Paulo
EQUIPE VENCEDORA
Marcelo Soares / Fernando Canzian / Mario Kanno
ESPORTE
TRABALHO VENCEDOR
A Farra do Basquete
VEÍCULO DE IMPRENSA
UOL
REPÓRTER VENCEDOR
Lúcio de Castro
SUSTENTABILIDADE
TRABALHO VENCEDOR
Fim de festa em Belo Monte
VEÍCULO DE IMPRENSA
Projeto #Colabora
EQUIPE VENCEDORA
Marceu Vieira / Marizilda Cruppe
FOTOJORNALISMO
TRABALHO VENCEDOR
Chernobyl Brasileira
VEÍCULO DE IMPRENSA
O Globo
REPÓRTER VENCEDORA
Márcia Foletto
TELEJORNALISMO
TRABALHO VENCEDOR
O Quinze: Travessia
VEÍCULO DE IMPRENSA
TV Globo
EQUIPE VENCEDORA
Felipe Santana / Helton Setta / Rosângela Del Gesse / Alex Carvalho / Douglas Lima / Eric Romar / Carlos Pires / Francisco Lima
REGIONAL NORDESTE
TRABALHO VENCEDOR
O Silêncio das Inocentes
VEÍCULO DE IMPRENSA
Correio (BA)
EQUIPE VENCEDORA
Juan Torres / Thais Borges / Clarissa Pacheco / Alexandre Lyrio / Thiago Freire / Rodrigo Cavalcanti
REGIONAL NORTE – CENTRO-OESTE
TRABALHO VENCEDOR
Vale destrói pré-história da Amazônia
VEÍCULO DE IMPRENSA
Revista Pará em Foco
REPÓRTER VENCEDOR
Ronaldo Brasiliense
REGIONAL RJ-MG-ES
TRABALHO VENCEDOR
Seca - Espírito Santo em Crise
VEÍCULO DE IMPRENSA
TV Tribuna (ES)
REPÓRTER VENCEDOR
Luciano Rosetti
REGIONAL SÃO PAULO - SUL
TRABALHO VENCEDOR
Dados públicos secretos
VEÍCULO DE IMPRENSA
Folha de S.Paulo
EQUIPE VENCEDORA
Artur Rodrigues / André Monteiro / Fabricio Lobel
Fonte: Petrobras/Gerência de Comunicação Interna e Imprensa / Comunicação e Marcas
terça-feira, 10 de outubro de 2017
É festa! Lairton Cabral comemora 80 anos
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| O aniversariante com Décio e Jorge, amigos e colegas da ex-Bloch. |
Lairton Cabral comemorou 80 anos, no sábado passado. É difícil encontrar entre os milhares de jornalistas e funcionários dos setores administrativos que passaram pela Bloch alguém que não conheça Lairton, o Lalá, como é carinhosamente chamado.
Toda a logística das revistas e, depois, da Rede Manchete, passava por ele. Hotéis, passagens de avião, aluguel de carros, autorizações etc, saiam da sua agitada mesa.
Além disso, como secretário executivo, atendia às demandas da presidência da empresa. Não era pouca coisa.
Difícil passar no corredor e não vê-lo ao telefone resolvendo os pepinos, sem perder a calma e o bom humor.
Para usar a linguagem que Lairton adotava ao se comunicar com as companhias aéreas - antes da Bloch, ele foi da Panair - aí vão os nossos Papa-Alfa-Romeo-Alfa-Bravo-Echo-November-Sierra !!!
Para João Dória, Alberto Goldman, que faz 80 anos depois de amanhã, "vive de pijamas" e é "improdutivo". Sobrou para os aposentados e idosos que agora viraram sinônimos de xingamento...
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| Reprodução/Vídeo |
Na discussão pública entre os tucanos Alberto Goldman e João Dória sobrou para os aposentados. O presidenciável de São Paulo gravou um vídeo onde o maior xingamento que encontrou para agredir Goldman, que faz 80 anos em 12 de outubro, foi chamá-lo de "improdutivo", "vive de pijamas" e desejar que ele "viva com sua mediocridade".
A razão do ataque foi Goldman ter dito que o prefeito "não tem comprometimento com a cidade", além de acusar sua administração de dirigir licitações.
Palavras e conceitos revelados no calor do momento são geralmente mais verdadeiros do que discursos estudados. Dória mostrou no vídeo sua visão mais autêntica sobre aposentados, inativos e idosos. Para ele, pijamas, o figurino que associa a aposentados e idosos "improdutivos" para o país E que "dormem", equivalem a xingamento político. Dória faz 60 anos em dezembro. Esqueceu que a partir daí, como Goldman, ele estará protegido pelo Estatuto do Idoso, que define como crime desdenhar, humilhar e menosprezar pessoas por motivo de idade.
Os velhinhos vão trocar o pijama e acertar as contas nas urnas...
Os velhinhos vão trocar o pijama e acertar as contas nas urnas...
VEJA O VÍDEO DE DÓRIA, CLIQUE AQUI
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Adriane Galisteu derruba Faustão. Emojis de carinhas alegres bombaram no trend topics ontem
por O.V.Pochê
Adriane Galisteu ganhou nota dez dos jurados do quadro Dança dos Famosos, no Domingão, entrou no modo empolgação e pulou em cima do Faustão. O apresentador se desequilibrou e caiu de joelhos. O vídeo está aí. Mas não é verdade que a produção do programa, a quem o apresentador detona ao vivo sempre que algo não sai como ele quer, vibrou nos bastidores e combinou festejar com um "arroz de pica no chão" no restaurante português mais próximo. Calma aí, esse é o nome de uma prato do Minho feito com toucinho, frango, vinho tinto, cebola, pimenta malagueta, alho e salsa. Bom apetite. Também não é verdade que Adriane Galisteu vai receber da equipe que rala no programa o troféu "Você me representa".
VEJA FAUSTÃO NO CHÃO, CLIQUE AQUI
De Jorge Ramos, o repórter que fez Trump surtar: "Jornalismo é uma transgressão. Precisamos desobedecer, sempre"
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| Jorge Ramos durante premiação em Medellín. Foto gentileza de www.ted.com sob licença Creative Commons |
por Ed Sá
O jornalista mexicano Jorge Ramos recebeu há poucos dias o Prêmio de Reconhecimento à Excelência do Festival Gabo, promovido pela colombiana Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano. Ele, lembram-se?, foi expulso de uma entrevista coletiva por um Donald Trump grosseiro e intolerante. O incidente ocorreu durante a campanha do empresário à Casa Branca. Na ocasião, o jornalista da Univision fazia perguntas sobre temas como imigração e deportação e era ostensivamente ignorado por Trump, que cedia a vez a outro repórter. "O senhor não foi chamado, sente-se", ordenava Trump. "Tenho o direito de fazer uma pergunta", insistia Ramos, Trump mandou que seguranças o retirassem da sala.
Jorge Rqamos deu uma entrevista em Meddelín à repórter Sylvia Colombo, da Folhapress. Na conversa, falou sobre temas que se encaixam bem no atual panorama do jornalismo. Seguem-se alguns trechos:
Sobre a neutralidade
- "Há ocasiões em que, ao contrário do que aprendemos nas escolas da profissão, é preciso deixar de lado a neutralidade.Eu identifico esses momentos quando estamos diante de regimes que são ditatoriais ou que promovem o racismo, a discriminação, a corrupção, as mentiras públicas e as violações aos direitos humanos. Se, diante de casos assim, não tomarmos posição, não estaremos fazendo nosso trabalho."
Sobre competição entre jornalistas
- "Na vez em que fui expulso (da coletiva de Trump(, havia dezenas de jornalistas, e somente dois decidiram reclamar com Trump. Estão tão desesperados por conquistar acesso a ele que deixaram de lado os valores, os princípios do bom jornalismo. Eu e outros jornalistas latinos já havíamos alertado que Trump era um perigo, mas poucos deram bola. Pensaram que eram apenas os latinos como sempre se queixando de discriminação, mas agora todos estão sofrendo."
Sobre ameaças à democracia e jornalismo
- "Tenho quase 60 anos. Creio que fui aprendendo muitas coisas. E tenho certeza de que teria errado se continuasse a fazer o mesmo tipo de jornalismo balanceado que me ensinaram quando comecei.
Quando há um ambiente democrático, esse é o ideal. Mas em momentos críticos como os de agora estamos obrigados a tomar partido."
Sobre delações premiadas no Brasil
- "É preciso reportar, mas dar o devido peso ao fato de ser uma delação cujo conteúdo não está confirmado e fazer muita reportagem para investigar o que for denunciado."
Você pode ler a matéria completa, AQUI
Vogue: a vez da diversidade etária
por Clara S. Britto
Aos 74 anos, a atriz e modelo Lauren Hutton é capa da Vogue italiana de outubro, número especial dedicado às mulheres acima dos 60 anos. "Edição atemporal", classificam os editores. Hutton torna-se a modelo mais idosa que já foi capa em todos os tempos e em todas as edições globais da Vogue. Para o editor Emanuelle Farneti, o verdadeiro desafio do jornalismo, hoje, é incluir a diversidade de gênero, etnia, religião e também as faixas etárias. "Ninguém deve se sentir excluído", diz ele.
"Leão" caça Ratinho que não botou 'café no bule' da Receita Federal
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, do Ministério da Fazenda, verifica as contas e penhora alguns bens do apresentador e empresário Ratinho.
O "leão" busca na Justiça receber 74 milhões de reais que o autor de bordões como "aqui tem café no bule" e "hoje a cobra vai fumar" está devendo.
A informação é da revista Época, que também informa que os advogado do apresentador do SBT estão contestando a cobrança.
Em 2006, o site Unafisco Sindical noticiou que Ratinho havia sido autuado pela Receita sob a acusação de falta de recolhimento de Imposto de Renda de pessoas contratadas irregularmente pela empresa Massa & Massa. A defesa do apresentador também contestou aquela acusação.
O "leão" busca na Justiça receber 74 milhões de reais que o autor de bordões como "aqui tem café no bule" e "hoje a cobra vai fumar" está devendo.
A informação é da revista Época, que também informa que os advogado do apresentador do SBT estão contestando a cobrança.
Em 2006, o site Unafisco Sindical noticiou que Ratinho havia sido autuado pela Receita sob a acusação de falta de recolhimento de Imposto de Renda de pessoas contratadas irregularmente pela empresa Massa & Massa. A defesa do apresentador também contestou aquela acusação.
Cancellier: a lei não é para todos...
A morte de Cancellier é um desencanto
As patrulhas da polícia e do Ministério Público devem pensar, pelo menos, uma vez antes de mandar prender um cidadão
(Elio Gaspari, O Globo)
Depois de ter afastado o professor Luís Carlos Cancellier da reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina, proibindo-o de entrar na instituição e de ter determinado sua prisão provisória (revogada por outra juíza), a doutora Janaína Cassol Machado, titular da 1ª Vara Federal de Florianópolis, atendeu a um requerimento da defesa e decidiu:
“Diante do parecer do Ministério Público, deve ser deferido o pedido, ressaltando-se que a última entrevista começa às 17h30, de modo que aautorização deve se estender para às 18h. No entanto, ressalta-se que o ingresso de Luís Carlos Cancellier de Olivo nas dependências da UFSC deve ser deferido única e exclusivamente para participar da sessão pública, na data e horário acima especificado.”
Tradução: o professor podia entrar na universidade no dia 5 de outubro, mas só das 15h às 18h. Terminado o serviço, devia ir embora.
Cancellier não usufruiu o benefício concedido pela juíza. Entrou na Federal de Santa Catarina três dias antes, no final da tarde de 2 de outubro, morto, para ser velado. Ele se suicidara, jogando-se no pátio interno de um shopping center de Florianópolis.
A morte do professor jogou nas costas dos cidadãos que o acusaram, investigaram e mandaram para a cadeia a obrigação de mostrar que fazia sentido submetê-lo ao constrangimento. Se a chamada Operação Ouvidos Moucos acabar em pizza, vai se estimular a impunidade das redes de malfeitorias encravadas em dezenas de programas de bolsas de estudo do país.
Chegou-se a dizer que a operação policial na qual o professor foi preso investigava o desvio de R$ 80 milhões de um programa de educação a distância. Mentira. R$ 80 milhões foi o valor total do programa. As maracutaias não aconteceram durante a gestão de Cancellier. Havia trapaças no pedaço, envolvendo servidores e empresários, mas o reitor nunca foi acusado de ter desviado um só tostão.
Cancellier foi denunciado pelo corregedor da UFSC, doutor Rodolfo Hickel do Prado, por tentar obstruir seu trabalho. Num artigo publicado depois de sua prisão, o reitor revelou que nunca foi ouvido pela auditoria interna.
A Polícia Federal investigou o caso, e a delegada Erika Marena, madrinha da marca Lava-Jato, (Flávia Alessandra no filme “A Lei é para todos”) pediu a prisão do reitor. Ela também não o ouviu. Depois de solto, Cancellier ficou proibido de pôr os pés na universidade.
LEIA O ARTIGO COMPLETO DE ELIO GASPARI NO GLOBO, CLIQUE AQUI
As patrulhas da polícia e do Ministério Público devem pensar, pelo menos, uma vez antes de mandar prender um cidadão
(Elio Gaspari, O Globo)
Depois de ter afastado o professor Luís Carlos Cancellier da reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina, proibindo-o de entrar na instituição e de ter determinado sua prisão provisória (revogada por outra juíza), a doutora Janaína Cassol Machado, titular da 1ª Vara Federal de Florianópolis, atendeu a um requerimento da defesa e decidiu:
“Diante do parecer do Ministério Público, deve ser deferido o pedido, ressaltando-se que a última entrevista começa às 17h30, de modo que aautorização deve se estender para às 18h. No entanto, ressalta-se que o ingresso de Luís Carlos Cancellier de Olivo nas dependências da UFSC deve ser deferido única e exclusivamente para participar da sessão pública, na data e horário acima especificado.”
Tradução: o professor podia entrar na universidade no dia 5 de outubro, mas só das 15h às 18h. Terminado o serviço, devia ir embora.
Cancellier não usufruiu o benefício concedido pela juíza. Entrou na Federal de Santa Catarina três dias antes, no final da tarde de 2 de outubro, morto, para ser velado. Ele se suicidara, jogando-se no pátio interno de um shopping center de Florianópolis.
A morte do professor jogou nas costas dos cidadãos que o acusaram, investigaram e mandaram para a cadeia a obrigação de mostrar que fazia sentido submetê-lo ao constrangimento. Se a chamada Operação Ouvidos Moucos acabar em pizza, vai se estimular a impunidade das redes de malfeitorias encravadas em dezenas de programas de bolsas de estudo do país.
Chegou-se a dizer que a operação policial na qual o professor foi preso investigava o desvio de R$ 80 milhões de um programa de educação a distância. Mentira. R$ 80 milhões foi o valor total do programa. As maracutaias não aconteceram durante a gestão de Cancellier. Havia trapaças no pedaço, envolvendo servidores e empresários, mas o reitor nunca foi acusado de ter desviado um só tostão.
Cancellier foi denunciado pelo corregedor da UFSC, doutor Rodolfo Hickel do Prado, por tentar obstruir seu trabalho. Num artigo publicado depois de sua prisão, o reitor revelou que nunca foi ouvido pela auditoria interna.
A Polícia Federal investigou o caso, e a delegada Erika Marena, madrinha da marca Lava-Jato, (Flávia Alessandra no filme “A Lei é para todos”) pediu a prisão do reitor. Ela também não o ouviu. Depois de solto, Cancellier ficou proibido de pôr os pés na universidade.
LEIA O ARTIGO COMPLETO DE ELIO GASPARI NO GLOBO, CLIQUE AQUI
domingo, 8 de outubro de 2017
Os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo 2017
Grande Prêmio Estácio de Jornalismo:
Autor(es): Flávia Yuri Oshima
Reportagem: Um mestre de 176 medalhas
Veículo: Época
Impresso Nacional:
Autor(es): Sabine Righetti
Reportagem: Ciência sem fronteiras põe só 3,7% dos alunos em instituições ‘top’
Veículo: Folha de S.Paulo
Impresso Regional:
Autor(es): José Luís Costa
Reportagem: O homem da faculdade de papel
Veículo: Zero Hora (Porto Alegre)
TV Nacional:
Autor(es): Nathalia Castro, Renato Augusto Portronieri e Virgílio Gruppi Rosa
Reportagem: Um mês na UERJ
Veículo: TV GLOBO
TV Regional:
Autor(es): Brenda Caramaschi, Alex Magosso, Talita Amaral, Silvio Rocha e Rubens Lima
Reportagem: Cianorte e o ensino superior – como a educação está transformando a capital do vestuário em capital da moda
Veículo: Rede Massa (Maringá – PR)
Rádio Nacional:
Autor(es): Rodrigo Resende
Reportagem: Série: na defesa – uma discussão sobre pós-graduação
Veículo: Rádio Senado (Brasília)
Rádio Regional:
Autor(es): Júlio Vieira, Mickael Barbieri, Dimara Oliveira, Maria Fernanda Cinini e Ike Iagelovick
Reportagem: Os desafios de travestis e transexuais no ensino superior
Veículo: Band News FM (Belo Horizonte)
Internet Nacional:
Autor(es): Alessandra Dantas
Reportagem: O professor de Anatomia que promete vida após a vida na busca por doação de corpos
Veículo: BBC (São Paulo)
Internet Regional:
Autor(es): Arivaldo Hermes, Aline Camargo, Cleisiane Soares e Patrick Rodrigues
Reportagem: Especial Alfabetização – À luz das palavras
Veículo: Jornal de Santa Catarina Online
Fonte: http://www.premioestaciodejornalismo.com.br/cms/noticias/estacio-anuncia-vencedores-premio-estacio-de-jornalismo-edicao-2017/
Autor(es): Flávia Yuri Oshima
Reportagem: Um mestre de 176 medalhas
Veículo: Época
Impresso Nacional:
Autor(es): Sabine Righetti
Reportagem: Ciência sem fronteiras põe só 3,7% dos alunos em instituições ‘top’
Veículo: Folha de S.Paulo
Impresso Regional:
Autor(es): José Luís Costa
Reportagem: O homem da faculdade de papel
Veículo: Zero Hora (Porto Alegre)
TV Nacional:
Autor(es): Nathalia Castro, Renato Augusto Portronieri e Virgílio Gruppi Rosa
Reportagem: Um mês na UERJ
Veículo: TV GLOBO
TV Regional:
Autor(es): Brenda Caramaschi, Alex Magosso, Talita Amaral, Silvio Rocha e Rubens Lima
Reportagem: Cianorte e o ensino superior – como a educação está transformando a capital do vestuário em capital da moda
Veículo: Rede Massa (Maringá – PR)
Rádio Nacional:
Autor(es): Rodrigo Resende
Reportagem: Série: na defesa – uma discussão sobre pós-graduação
Veículo: Rádio Senado (Brasília)
Rádio Regional:
Autor(es): Júlio Vieira, Mickael Barbieri, Dimara Oliveira, Maria Fernanda Cinini e Ike Iagelovick
Reportagem: Os desafios de travestis e transexuais no ensino superior
Veículo: Band News FM (Belo Horizonte)
Internet Nacional:
Autor(es): Alessandra Dantas
Reportagem: O professor de Anatomia que promete vida após a vida na busca por doação de corpos
Veículo: BBC (São Paulo)
Internet Regional:
Autor(es): Arivaldo Hermes, Aline Camargo, Cleisiane Soares e Patrick Rodrigues
Reportagem: Especial Alfabetização – À luz das palavras
Veículo: Jornal de Santa Catarina Online
Fonte: http://www.premioestaciodejornalismo.com.br/cms/noticias/estacio-anuncia-vencedores-premio-estacio-de-jornalismo-edicao-2017/
Mira Mobile Prize: concurso de fotografia que retrata o mundo em P&B anuncia vencedor
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| A foto vencedora do Mira Mobile Prize é de Mithail Afrige Chowdhury, do Bangladesh. O fotógrafo sintetizou o caos na rede ferroviária do país. |
Saiu o resultado do Mira Mobile Prize B&W 2017, Trata-se de um concurso mundial de fotografia exclusivo para fotos em preto e branco captadas e editadas por celulares ou tablets focalizando cultura urbana, cenas de ruas, arquitetura, viagens, street art, entre outros temas, fora dos limites meramente documental ou de fotojornalismo. O concurso é organizado pelo Espaço Mira e Mira Forum instalados em área antigamente degradada de armazéns, no Porto, Portugal, e quecse tornou um pólo cultural.
VEJA GALERIA DE FOTOS NO SITE DO MIRA MOBILE PRIZE B&W, CLIQUE AQUI
Futebol: no tempo das excursões internacionais, o dia em que o Vasco ganhou do time de Di Stéfano e a histórica turnê do Madureira em Cuba...
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| O Vasco na Europa. Reprodução Manchete Esportiva |
Até os anos 1960, era intensa a programação de excursões de times brasileiros de futebol à Europa.
A partir da década seguinte, essa prática tornou-se esporádica, até cair em desuso. A Manchete Esportiva costumava acompanhar essas turnês.
Aí está parte de uma matéria sobre a excursão do Vasco. Em campo, em Paris, os jogadores saúdam a torcida antes do jogo contra o Racing a quem o Vasco derrotou por 4X1. Na partida seguinte, outra vitória. Em um disputado 3X2, o Vasco venceu o Espanyol, em Barcelona.
Com um detalhe: os dois gols do adversário foram marcados por ninguém menos do que Di Stéfano.
Mas o time brasileiro que fez a turnê mais épica da história do futebol foi o Madureira.
Em 1963, sem que as madames da direita mandassem, o Madureira foi pra Cuba.
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| Che e o Madureira. Foto do arquivo pessoal do ex-jogador Farah. |
Foram cinco partidas, sendo duas contra a seleção de Cuba. O Madura ganhou todas. De Cuba, os cariocas seguiram para a Europa, Ásia e Estados Unidos. Deram a volta ao mundo e jogaram mais de 36 partidas no que foi a maior excursão de um time brasileiro ao exterior. Não fez feio: voltou com 23 vitórias, três empates e 10 derrotas.
Em 2013, um então vice-presidente de marketing do clube, Carlos Gandola, recordou o encontro do Madureira com Che Guevara, 50 anos antes, e lançou uma camisa comemorativa que virou cult e é sucesso de vendas.
Se o Madureira fez história, o Vasco, segundo levantamento do site oficial, é um dos clubes brasileiros que mais jogou no exterior. Desde 1931, foram 72 viagens para 54 países. Algumas dessas excursões duravam mais de 60 dias. Foram 396 jogos, com 204 vitórias. O levantamento não incluiu competições oficiais como a Libertadores.
A bola rolou, o mercado mudou. Hoje, com os principais jogadores brasileiros atuando em clubes de todo o mundo, e principalmente na Europa, as jovens promessas carimbando passaportes aos 16 anos e o calendário apertado, sumiu o interesse em ver de perto os times brasileiros.
E as excursões nunca mais foram convocadas.
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Vasco da Gama
sábado, 7 de outubro de 2017
Censura e judicialização da Cultura: o Brasil sob a "sharia" tropical do Leitão...
Os mais novos não vão lembrar, mas é preciso não esquecer. Em uma galáxia distante, uma figura chamada Ipojuca Pontes foi secretário Nacional da Cultura de Collor de Mello, governo que atropelou como um Fiat Elba em alta velocidade - e fugiu sem socorrer a vítima - órgãos como Funarte, Pró-Memória, Fundacen, Pró-Leitura, Embrafilme etc.
Como a poupança então sequestrada, a Cultura foi jogada, na época, em um escuro cativeiro. O cinema brasileiro, por exemplo, levou anos para ser resgatado como indústria e arte.
Ipojuca era jornalista. Em uma ponte para o passado, outro jornalista foi parar no ministério da Cultura. Não é nada, não é nada, é só uma coincidência de mau gosto a manchar a categoria
Não que seja uma surpresa, mas com o simples fato de aceitar integrar a briosa equipe de Michel Temer, Sérgio Sá Leitão já disse a que veio. OK, dá pra entender, o desemprego está alto no Brasil e todo mundo precisa de uma fonte honesta de renda. Leitão agarrou com entusiasmo a oportunidade de atuar em um governo conservador, obscurantista e que tem o melhor apoio do pior que o Congresso brasileiro oferece.
No rastro das polêmicas de censura a exposições e do avanço das práticas neonazistas - com "brigadas" da direita radical agredindo, filmando e intimidando espectadores de mostras, performances e peças teatrais e vetando livros em bibliotecas públicas - o ministro se manifestou. Para defender a liberdade de expressão? Não. Para incluir na lei federal que incentiva a literatura, o teatro, cinema, shows, exposições, a música, o folclore, a dança, a Cultura em geral, um artigo do Código Penal que veta propostas que "vilipendiem a fé religiosa, promovam a sexualização precoce de crianças e adolescentes ou façam apologia a crimes ou atividades criminosas". Obviamente, sob o foco de visões fundamentalistas e intolerantes, tudo poderá se enquadrar na "sharia" do Leitão. Um musical sobre candomblé certamente pode ofender certos corações e mentes que depredam terreiros; o lobo e chapeuzinho vermelho poderão ser vistos sob a ótica da pedofilia ou do bestialismo; fazer um filme sobre roubo de banco sem que o vilão seja punido no final será "apologia a crime".
Vão chover "interpretações". Libidos problemáticas, por exemplo, enxergam sexo até no obelisco da Rio Branco.
Como a poupança então sequestrada, a Cultura foi jogada, na época, em um escuro cativeiro. O cinema brasileiro, por exemplo, levou anos para ser resgatado como indústria e arte.
Ipojuca era jornalista. Em uma ponte para o passado, outro jornalista foi parar no ministério da Cultura. Não é nada, não é nada, é só uma coincidência de mau gosto a manchar a categoria
Não que seja uma surpresa, mas com o simples fato de aceitar integrar a briosa equipe de Michel Temer, Sérgio Sá Leitão já disse a que veio. OK, dá pra entender, o desemprego está alto no Brasil e todo mundo precisa de uma fonte honesta de renda. Leitão agarrou com entusiasmo a oportunidade de atuar em um governo conservador, obscurantista e que tem o melhor apoio do pior que o Congresso brasileiro oferece.
No rastro das polêmicas de censura a exposições e do avanço das práticas neonazistas - com "brigadas" da direita radical agredindo, filmando e intimidando espectadores de mostras, performances e peças teatrais e vetando livros em bibliotecas públicas - o ministro se manifestou. Para defender a liberdade de expressão? Não. Para incluir na lei federal que incentiva a literatura, o teatro, cinema, shows, exposições, a música, o folclore, a dança, a Cultura em geral, um artigo do Código Penal que veta propostas que "vilipendiem a fé religiosa, promovam a sexualização precoce de crianças e adolescentes ou façam apologia a crimes ou atividades criminosas". Obviamente, sob o foco de visões fundamentalistas e intolerantes, tudo poderá se enquadrar na "sharia" do Leitão. Um musical sobre candomblé certamente pode ofender certos corações e mentes que depredam terreiros; o lobo e chapeuzinho vermelho poderão ser vistos sob a ótica da pedofilia ou do bestialismo; fazer um filme sobre roubo de banco sem que o vilão seja punido no final será "apologia a crime".
Vão chover "interpretações". Libidos problemáticas, por exemplo, enxergam sexo até no obelisco da Rio Branco.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Eliminatórias: Argentina neurótica, Messi nervoso... Jornal Olé desabafa: "estamos jodidos"
por Niko Bolontrin
Ontem, logo após o dramático empate em zero a zero da Argentina contra o Peru em plena Bombonera, o editor de redes sociais do jornal esportivo Olé teve um ataque de sinceridade:
- "Estamos fudidos!".
Desculpe Academia Brasileira de Letras, guardiã do vernáculo, me recuso a escrever "fodidos".
Na verdade, o time de Messi ainda depende das suas próprias pernas. Se vencer o Equador garantirá no mínimo a repescagem contra a "galinha morta" Nova Zelândia e irá à Copa do Mundo. Outras combinações de resultados podem até classificar a Argentina diretamente. Mas não adianta especular, só o apito final vai carimbar ou não o passaporte para a Rússia 2018.
Grande parte da torcida brasileira está gostando desse freio na arrogância dos hermanos. Mas, convenhamos, uma Copa sem Messi e sem a habilidade dos conterrâneos do Papa Francisco não é completa.
A seleção portenha foi treinar hoje. O presidente da AFA, a CBF deles, Claudio Tapia, foi lá ter uma conversinha com o técnico Sampaoli. A coisa tá feia.
Além do baixo rendimento da equipe, os hermanos estão agora preocupados com Tite. Como o resultado do jogo Brasil e Chile é de interesse da Argentina - pode até ser caso de vida ou morte dependendo das combinações de placares na última rodada das Eliminatórias -, eles temem que o Brasil já folgadamente classificado não entre em campo, na Arena do Palmeiras, em São Paulo, com força total. Acham que Tite pode usar a oportunidade para testar reservas.
Modelo e surda, Ariana Martins é a capa da Playboy que vence o preconceito
por Ed Sá
A catarinense Ariana Martins, 31, é capa da edição para colecionadores da Playboy, número especial que não será vendido em bancas.
Segundo a divulgação da revista, ele é a primeira modelo com deficiência auditiva a estampar um ensaio da Playboy.
Ariana, que tem 1.79m, já fez trabalhos no exterior e conta que já foi recusada por um agência que apontou sua surdez como um obstáculo para desfilar.
Um aplicativo com recurso para abrir olhos fechados em fotos
Você faz foto de um grupo em noite de comemoração e um ou mais convivas saem de olhos fechados. Seus problemas acabaram. Segundo o site Gizmodo, a versão 2018 do Photoshop virá com um recurso de edição chamado "Abrindo Olhos Fechados" ("Open Closed Eyes").
LEIA NO GIZMODO, CLIQUE AQUI
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Mundo em Manchete - Legado olímpico patrocinado...
por Niko Bolontrin
A campeã mundial de esqui freestyle, Lisa Zimmermann, uma alemã de 21, postou no Instagram uma foto que está quebrando a internet. Milhares de seguidores ficaram maravilhados com o corpo da atleta. Mas nada é de graça. Junto com a foto , a bela Lisa postou: "Obrigada à Swox por me manter protegida do sol". Como quase tudo nas redes sociais das celebridades,, de sapatos a bolsas, de perfumes a dicas de turismo, vestidos e joias, o post é patrocinado por uma marca de protetor solar. O que não o invalida. Essas e outras ações explicam por que a internet está absorvendo as verbas de publicidade que antes eram dirigidas aos impressos. Uma foto dessas "fala" com milhões de consumidores. Como Lisa Zimmermann, a nova mídia é irresistível. A rede social é o Uber da publicidade.
Deputados cassam liberdade de expressão na Internet e criam "justiça" pirata para censurar sites e redes sociais.
A onda de censura à liberdade de expressão é acelerada no Brasil em desafio ao que garante a Constituição de 1988.
Agindo como uma facção noturna à margem da sociedade e acima da lei, deputados incluíram no texto da reforma política um contrabando preocupante.
O artigo infiltrado cria uma espécie de "tribunal" virtual, acima da Justiça. Qualquer candidato que, por julgamento próprio, se sentir incomodado pela internet pode determinar em 24 horas a retirada de conteúdo em sites e redes sociais, sem que seja necessário sequer um recurso judicial.
Na prática, deputados inventaram uma "corte" paralela para censurar a internet.
A "lei da mordaça" vai a sanção presidencial. Caso Temer - que não está em momento de desafiar o Congresso e precisa de apoio para para se livrar de acusações de corrupção -, não vete o dispositivo restará à sociedade recorrer ao STF para fazer com que a Constituição seja respeitada.
Agindo como uma facção noturna à margem da sociedade e acima da lei, deputados incluíram no texto da reforma política um contrabando preocupante.
O artigo infiltrado cria uma espécie de "tribunal" virtual, acima da Justiça. Qualquer candidato que, por julgamento próprio, se sentir incomodado pela internet pode determinar em 24 horas a retirada de conteúdo em sites e redes sociais, sem que seja necessário sequer um recurso judicial.
Na prática, deputados inventaram uma "corte" paralela para censurar a internet.
A "lei da mordaça" vai a sanção presidencial. Caso Temer - que não está em momento de desafiar o Congresso e precisa de apoio para para se livrar de acusações de corrupção -, não vete o dispositivo restará à sociedade recorrer ao STF para fazer com que a Constituição seja respeitada.
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