segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Deu no New York Post: turbulência a bordo
por Ed Sá
Segundo o New York Post, um voo da Southwest Airlines de Atlanta para Las Vegas, no sábado passado, sofreu um tipo muito especial de turbulência. Uma jovem não aguentou esperar até se instalar em uma suite do hotel e antecipou procedimentos de aterrissagem no colo do parceiro. A tripulação avisou à polícia que esperou o casal no aeroporto. "Aparentemente" - disse um porta-voz -"eles não conseguiram se controlar". Aparentemente, cara pálida? Mas a policia não prendeu a dupla nem abriu qualquer investigação. Segundo o New York Post, isso comprova a conhecida frase sobre a "capital do jogo": "o que acontece em Vegas fica em Vegas". Os passageiros não reclamaram. Alguns acharam a cena até mais divertida do que as outras opções de entretenimento a bordo. O incidente não é inédito.
Recentemente viralizou na internet um vídeo de cena semelhante em um voo da Ryanair de Manchester para Ibiza. O casal de Las Vegas não foi filmado e o jornal ilustrou a matéria com o clipe do voo da Ryanair onde um noivo viajava para participar da sua "despedida de solteiro", os amigos o acharam muito triste e convenceram uma passageira a fazer uma "lap dance" (dança de colo) no rapaz. Veja o vídeo AQUI
O fator Trump cria o personagem "Dondolf Tritler". Principais revistas do mundo gostaram da ideia. Mas o Daily News encontrou a trilha sonora perfeita para o inquilino da Casa Branca
por Jean-Paul Lagarride
Donald Trump dá motivos e as capas que remetem sua imagem ao nazismo já viraram lugar-comum. Agora foi a alemã Stern que que entra na onda das principais revistas do mundo e fez a ligação inevitável entre ideias e atitudes do empresário, o avanço do ódio e a direita radical. A chamada de capa é uma adaptação do título do livro de Hitler, "Mein Kampf"/"Minha Luta", no caso Sein Kampf/Sua Luta. Tudo indica que "Dondolf Tritler" ainda vai render muitas capas.
Já o Daily News preferiu buscar nos Rolling Stones uma inspiração mais criativa ao noticiar a evidente simpatia de Donald Trump pelos bolsões e grotões da direita radical no Estados Unidos. De fato, a letra da música "Sympathy for the Devil" parece ter sido criada para se encaixar no figurino sombrio do milionário. Não há dúvida: é a música que mais toca no Salão Oval.
Confira nessa tradução feita pelo site "Letras":
Por favor, permita que eu me apresente
Sou um homem de riquezas e bom gosto
Estive por aí por muitos, muitos anos
Roubei a alma e a fé de muitos homens
E eu estava por lá quando Jesus cristo
Teve seu momento de dúvida e dor
Certifiquei-me de que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo
Eu estava por perto de São Petersburgo
Quando vi que era a hora de uma mudança
Matei o czar e seu ministros
Anastásia gritou em vão
Montei em um tanque
Mantive a posição de general
Quando a Blitzkrieg estourou
E os corpos federam
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo
Assisti com alegria
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que criaram
Gritei alto
"Quem matou os Kennedys?"
Quando, no final das contas
Fui eu e você
Deixe-me, por favor, apresentar-me
Sou um homem de posses e bom gosto
Deixei armadilhas para os trovadores
Que acabaram mortos antes de alcançar Bombay
Prazer em conhecê-lo
Espero que tenha adivinhado meu nome
Mas o que está o intrigando
É a natureza de meu jogo, isso
Divirta-se, meu bem
Prazer em conhecê-lo
Espero que tenha adivinhado meu nome
Mas o que o está confundindo
É somente a natureza de meu jogo
Assim como todo policial é um criminoso
E todos os pecadores são santos
E cara é coroa
Simplesmente me chame de Lúcifer
Porque preciso de alguma amarra
Então se encontrar-me
Tenha alguma cortesia
Tenha empatia e tenha bom gosto
Use toda sua educação bem-aprendida
Ou eu vou jogar sua alma no lixo
Prazer em conhecê-lo
Espero que tenha adivinhado meu nome
Mas o que está o intrigando
É a natureza de meu jogo, de verdade
Divirta-se
Diga-me amor, qual é o meu nome
Diga-me querida, pode adivinhar meu nome
Diga-me amor, qual é o meu nome
Eu direi uma vez, você é a culpada
Qual é o meu nome
Diga-me amor, qual é o meu nome
Diga-me docinho, qual é o meu nome
domingo, 3 de setembro de 2017
Manchete Documento - "Fotografia e Memória: estudo sobre a influência do fotojornalismo da Bloch Editores na construção e manutenção da memória brasileira"
por Daniela Arbex e Gleissieli Souza
(Graduadas em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP).
"Esta pesquisa é a respeito da fotografia como registro histórico, especificamente as fotos pertencentes ao acervo da Bloch Editores.
Por esse motivo, foram entrevistados profissionais que trabalharam na empresa, para compreender como se dá a relação entre fotografia, memória e registro histórico levando-se em consideração o ponto de vista de quem estava imerso na produção.
O objetivo do trabalho é suscitar a discussão sobre a fotografia como registro histórico. Partimos da análise de que a fotografia é o produto final da relação entre fotógrafo, o assunto e a tecnologia empregada, em determinado tempo e espaço.
Essa pesquisa possibilitou a produção do livro “Memória Leiloada: bastidores da Bloch Editores”, no qual editores, laboratorista, arquivista, repórter e fotógrafos, que fizeram parte da editora, contam como eram produzidas as revistas e suas fotografias".
LEIA O TEXTO COMPLETO, CLIQUE AQUI
Na capa da Der Spiegel, "o jogo da morte"... Difícil é saber onde começa Kim Jong Un e acaba Donald Trump: a "diplomacia" dos dois usa fraldas
‘
A Coréia do Norte testou uma bomba de hidrogênio. Trump e suas frotas mostram dentes e em conjunto com a Coréia do Sul fazem "exercícios" nas fronteiras.
A corda esticou e os dois se equivalem no índice de insanidade.
Na Primeira Guerra Fria, havia, pelo menos, um diálogo pelo "telefone vermelho" entre dirigentes das URSS e dos EUA com um mínimo de cautela.
Nessa Segunda Guerra Fria, os "estadistas" usam fraldas, não controlam os movimentos peristálticos nem as ideias equivalentes.
A Coréia do Norte testou uma bomba de hidrogênio. Trump e suas frotas mostram dentes e em conjunto com a Coréia do Sul fazem "exercícios" nas fronteiras.
A corda esticou e os dois se equivalem no índice de insanidade.
Na Primeira Guerra Fria, havia, pelo menos, um diálogo pelo "telefone vermelho" entre dirigentes das URSS e dos EUA com um mínimo de cautela.
Nessa Segunda Guerra Fria, os "estadistas" usam fraldas, não controlam os movimentos peristálticos nem as ideias equivalentes.
sábado, 2 de setembro de 2017
Anitta responde a ofensa de vereador em Facebook
Patrulha fundamentalista é algo perigoso.
Captada por mentes conturbadas, tal pregação pode incitar à violência como, de resto, alguns graves episódios de intolerância religiosa e de gênero, agressões e atentados contra pessoas e instituições já registram no Brasil.
Um vereador do Rio de Janeiro, Otoni de Paula (PSC-RJ) se sentiu no direito de levar a cantora Anitta a julgamento público, no Facebook, questionando se a artista, que vive de trabalho e rendimentos privados, sem benesses, é "cantora ou garota de programa".
Anitta, com justa indignação, rebateu o religioso:
E mais adiante:
"Sou cantora, empresária, compositora, coreógrafa e outros negócios (que não são da indústria pornográfica)".
"Sei como é importante e estratégico usar um nome de notoriedade na mídia para ganhar e espaço e assim começar a divulgar seu trabalho próximo ao ano eleitoral', escreveu Anitta
"Também não seria burra de processar por calúnia um vereador. Qualquer ser humano que entenda de justiça brasileira sabe que eu não sairia vitoriosa desta questão nem com macumba (aproveitando o trocadilho, já que o senhor é evangélico)."
"Mas aproveito a notoriedade que seu post tomou pra responder sua pergunta. 'A que nossas crianças estão sendo submetidas?' A uma triste falta de oportunidade e educação pra quem não tem dinheiro. Uma aprovação automática que desestimula professores a formarem pessoas educadas neste país. Nossas crianças estão submetidas a terem que ralar e se esforçar 24h por dia pra tentar ter algum tipo de instrução e oportunidade na vida que não seja o crime ou trabalhos informais como a prostituição, por exemplo.
"Isso bem a realidade da pessoa que eu fui anos atrás quando mal tinha dinheiro pra pagar um ônibus pra sair do meu bairro. Uma pessoa que sempre morou no Rio de Janeiro e achava que a zona Sul era inalcançável, por exemplo".'
"O que tento fazer com a porta que se abriu pra mim (que foi a do entretenimento) é mostrar aos demais que nasceram na mesma situação que eu que existe uma saída. Ok, você terá que batalhar 50 vezes mais que uma pessoa que tem recursos e oportunidades e ainda assim vai esbarrar com posts preconceituosos e desinformados como o seu? Sim. Mas com força, foco e determinação é possível chegar la. Uma criança não faz a menor ideia do que uma garota de programa está fazendo na calçada da praia de roupa curta. Para a criança é só mais um passante da rua. A maldade está nos adultos. Que ao invés de focarem no real problema e na raiz da questão estão ocupados atacando situações que incomodam o próprio interior".
Captada por mentes conturbadas, tal pregação pode incitar à violência como, de resto, alguns graves episódios de intolerância religiosa e de gênero, agressões e atentados contra pessoas e instituições já registram no Brasil.
Um vereador do Rio de Janeiro, Otoni de Paula (PSC-RJ) se sentiu no direito de levar a cantora Anitta a julgamento público, no Facebook, questionando se a artista, que vive de trabalho e rendimentos privados, sem benesses, é "cantora ou garota de programa".
Anitta, com justa indignação, rebateu o religioso:
E mais adiante:
"Sou cantora, empresária, compositora, coreógrafa e outros negócios (que não são da indústria pornográfica)".
"Sei como é importante e estratégico usar um nome de notoriedade na mídia para ganhar e espaço e assim começar a divulgar seu trabalho próximo ao ano eleitoral', escreveu Anitta
"Também não seria burra de processar por calúnia um vereador. Qualquer ser humano que entenda de justiça brasileira sabe que eu não sairia vitoriosa desta questão nem com macumba (aproveitando o trocadilho, já que o senhor é evangélico)."
"Mas aproveito a notoriedade que seu post tomou pra responder sua pergunta. 'A que nossas crianças estão sendo submetidas?' A uma triste falta de oportunidade e educação pra quem não tem dinheiro. Uma aprovação automática que desestimula professores a formarem pessoas educadas neste país. Nossas crianças estão submetidas a terem que ralar e se esforçar 24h por dia pra tentar ter algum tipo de instrução e oportunidade na vida que não seja o crime ou trabalhos informais como a prostituição, por exemplo.
"Isso bem a realidade da pessoa que eu fui anos atrás quando mal tinha dinheiro pra pagar um ônibus pra sair do meu bairro. Uma pessoa que sempre morou no Rio de Janeiro e achava que a zona Sul era inalcançável, por exemplo".'
"O que tento fazer com a porta que se abriu pra mim (que foi a do entretenimento) é mostrar aos demais que nasceram na mesma situação que eu que existe uma saída. Ok, você terá que batalhar 50 vezes mais que uma pessoa que tem recursos e oportunidades e ainda assim vai esbarrar com posts preconceituosos e desinformados como o seu? Sim. Mas com força, foco e determinação é possível chegar la. Uma criança não faz a menor ideia do que uma garota de programa está fazendo na calçada da praia de roupa curta. Para a criança é só mais um passante da rua. A maldade está nos adultos. Que ao invés de focarem no real problema e na raiz da questão estão ocupados atacando situações que incomodam o próprio interior".
O incrível caso do "fotógrafo" 171
(da BBC Brasil)
Em 7 de julho de 2017, a BBC Brasil publicou um texto apresentando fotos e vídeos que seriam de autoria de um brasileiro que se apresentava para seus mais de 100 mil seguidores no Instagram como Eduardo Martins, fotógrafo da ONU. Após a publicação do conteúdo, surgiram suspeitas não apenas sobre a autoria das imagens enviadas como também sobre a verdadeira identidade de Martins. A BBC Brasil começou a investigar o caso há um mês e, pouco a pouco, os elementos de uma história construída por dois anos começaram a ruir. Diante das suspeitas e do risco de violação de direitos autorais, o conteúdo original foi retirado do ar. Pedimos desculpas a nossos leitores pelo engano. O caso servirá para reforçar nossos procedimentos de verificação. Conheça a história:
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA BBC BRASIL, CLIQUE AQUI
A fotofraude do surfista brasileiro
(do Sputnik Brasil)
Um jovem surfista brasileiro supera o câncer aos 25 anos e encontra novo significado para a vida: vai servir como voluntário a missões humanitárias da ONU enquanto aproveita para registrar o sofrimento no Iraque e na Síria. A história de Eduardo Martins seria motivo de inspiração para muitos, não fosse um pequeno detalhe: ele nunca existiu.
Mais de 120 mil seguidores no Instagram, incluindo o perfil oficial das Nações Unidas e portais reconhecidos de imprensa como a Vice e a Al Jazeera. Uma leucemia que paralisou sua vida durante sete anos e, quando foi embora, deixou uma forma totalmente nova de ver o mundo. Era assim que o paulistano Eduardo Martins se apresentava às dezenas de canais, rádios e revistas que ao longo de 2016 e 2017, o entrevistaram.
Supostamente morando em Beit Hanoun, uma cidade ao noroeste da Faixa de Gaza, o brasileiro se embrenhava em missões para nenhum fotógrafo de guerra botar defeito. Acompanhou a batalha por Mossul, no Iraque. Registrou o conflito na Síria ao lado do Exército Livre sírio.
Eduardo é destaque na página da BBC Brasil. O artigo foi deletado hoje a tarde, depois da denúncia de fraude.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SPUTNIK BRASIL, CLIQUE AQUI
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Assédio moral: goleiro Muralha acusa Extra de humilhá-lo em editorial irresponsável
por Niko Bolontrin
Parece o tio que em uma reunião de aniversário se mete a contar piada e esquece do final. A platéia faz "hã?", disfarça e vai pegar mais um brigadeiro para quebrar o constrangimento.
O Extra deu uma de tio-humorista mal sucedido.
Alex Muralha recebeu apoio nas redes sociais. O jornal também foi criticado em programas esportivos. Internautas prometem que a partir de agora também não vão chamar o Extra de "jornal". Leia a reação do goleiro, abaixo:
"Ao tomar conhecimento do que o Jornal Extra, veículo de imprensa de tanta credibilidade e força, escreveu hoje a meu respeito, eu só posso me sentir indignado. Uma coisa são as críticas que recebemos, e não sou contra, nos fazem crescer. Falhas fazem parte, em qualquer segmento. Estamos todos sujeitos a isso e buscamos corrigi-las. Brincadeiras da torcida também são normais, o futebol mexe mesmo com todos os brasileiros.
Mas outra coisa é mexer com o ser humano. Isso está longe de ser uma brincadeira. A palavra é humilhação, é execração pública. Seguiram linha semelhante a que usam ao se referirem a bandidos que cometem crimes. Sinceramente, eu me senti sendo 'fichado' como tal na capa do jornal. É muito sério. Foi um posicionamento de mau gosto e até irresponsável.
O termo ‘vulgo’, que citam no texto a meu respeito, é normalmente usado para designar bandido, e isso causa constrangimento. É um fato que pode até incitar a violência. Numa época tão difícil, em que a gente vê tanta barbaridade por aí, uma atitude como essa não contribui em nada, nem para o jornalismo esportivo nem para o futebol. A notícia não pode perder para as piadas sem graça, que só quem teve a ideia deve estar rindo.
Pelo menos, estou me sentindo abraçado, e aproveito para agradecer ao apoio que recebi da diretoria, da comissão técnica e de todos os meus companheiros, que ficaram tão revoltados quanto eu. E de vários torcedores nas redes sociais, que entendem a situação e percebem que somos humanos e sujeito a falhas. Por este motivo, me sinto fortalecido, mas não poderia deixar de expressar meu descontentamento".
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Casal Trump na tempestade: staff da Casa Branca faz Melania Trump trocar de roupa. Ela ia visitar área inundada do Texas com figurino de Fashion Week
por Clara S. Britto
Entre outras lições, a devastação provocada pelo furacão Katrina em Nova Orleans, em 2005, fez a Casa Branca rever protocolos.
George W. Bush, então presidente, só se tocou três dias depois do desastre, fez dois sobrevoos à região no Air Force One e pousou uma vez no aeroporto local. Diante só diante das reações à falta de interesse, fez outra visita e percorreu alguns bairros.
O presidente da vez, Donald Trump, não demorou muito a reagir diante das inundações provocadas agora pela tempestade Harvey no Texas e na Louisiana. Mesmo assim, não escapou de críticas. Pelo menos a primeira-dama, não.
Segundo o site espanhol Vanitatis, Melania Trump embarcou toda produzida e grifada, de salto alto (12 centímetros, segundo a publicação), para verificar o lamaçal na região.
Melania - ironizou o Vanitatis - tende a dar sinais de desconexão com a realidade. "Ela emergiu da Casa Branca, no meio do dilúvio, de salto alto, casaco verde cáqui e calças capri que marcaram sua figura espetacular. Muito adequado para caminhar por áreas inundadas".
Já à bordo, o staff presidencial achou melhor reformular a figura. Alguém com um pouco mais de noção abriu o closet da suite aérea e argumentou que a primeira-dama que as circunstâncias sugeriam tênis brancos, casaco de chuva, rabo de cavalo e boné".
Entre outras lições, a devastação provocada pelo furacão Katrina em Nova Orleans, em 2005, fez a Casa Branca rever protocolos.
George W. Bush, então presidente, só se tocou três dias depois do desastre, fez dois sobrevoos à região no Air Force One e pousou uma vez no aeroporto local. Diante só diante das reações à falta de interesse, fez outra visita e percorreu alguns bairros.
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| Bush viu a devastação do Katrina no conforto da janela do Air Force One e foi duramente criticado. Teve que fazer outra visita e botar o pé na lama. Foto: Official White House |
Segundo o site espanhol Vanitatis, Melania Trump embarcou toda produzida e grifada, de salto alto (12 centímetros, segundo a publicação), para verificar o lamaçal na região.
Melania - ironizou o Vanitatis - tende a dar sinais de desconexão com a realidade. "Ela emergiu da Casa Branca, no meio do dilúvio, de salto alto, casaco verde cáqui e calças capri que marcaram sua figura espetacular. Muito adequado para caminhar por áreas inundadas".
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| Melânia embarca para o local da tempestada: salto alto para andar no lamaçal. Reprodução Vanitatis |
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| Staff da Casa Branca trocou o figurino e ela desembarcou com uniforme para "cenário de devastação". Reprodução Vanitatis |
Foto autenticada: Taís Araújo na Women's Health, sem retoques
Taís Araújo tinha apenas 17 anos quando se tornou a primeira atriz negra a protagonizar uma novela: "Xica da Silva" , dirigida por Walter Avancini, na Rede Manchete, em 1996. Oito anos depois, foi a primeira negra a obter o papel principal em uma novela da Globo: "Da Cor do Pecado". Ao longo de mais de 30 anos de carreira, jamais deixou que a fama ofuscasse sua personalidade ou convicções. Taís, sempre autêntica, é capa da Women's Health de setembro. Foi fotografada por Bob Wolfenson e fez um pedido: que a revista não retocasse suas dobras na barriga nem sua estrias. (CSB)
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Lentes da curiosidade...
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| Unidos pela curiosidade: a foto do Hoover Center, jovens de olho no eclipse solar, lembra... |
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| uma imagem dos anos 1950, público na expectativa de um filme em 3D. |
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| Na palma da mão: houve que não se contentasse em apenas ver. A foto é de Allison Bils, da NASA |
O recente eclipse solar total foi visto apenas em algumas regiões dos Estados Unidos. Uma foto do Hoover Vision Center mostrou um grupo de jovens com óculos especiais para proteção da retina Lembrou outra imagem famosa, essa dos anos 1950, quando foi lançado um filme em 3D. Embora o sistema tenha sido criado nos anos 1920, o primeiro filme com a tecnologia não fez sucesso e a ideia foi praticamente abandonada para ressurgir só no pós-guerra. (Ed Sá)
18ª Bienal Internacional do Livro: a literatura vem à praia...
Para quem diz que carioca só gosta de praia, chope, samba, funk e futebol, começa amanhã, no RioCentro, a 18ª Bienal Internacional do Livro, que vai até 10 de setembro e recebe cerca de 700 mil pessoas.
Em termos de público só perde para o Réveillon e o Carnaval.
O Rock'n Rio, que não é evento anual, nem bienal, vendeu este ano um total de 700 mil ingressos.
Entre os 350 autores, há vários jornalistas com livros lançados ou convidados para participar de debates no Café Literário, entre os quais André Trigueiro, Álvaro Costa e Silva, Arnaldo Bloch, Artur Xexéo, Joaquim Ferreira dos Santos, Patricia Kogut, Edney Silvestre, Ruy Castro. Flávia Oliveira e Simone Magno,
Em termos de público só perde para o Réveillon e o Carnaval.
O Rock'n Rio, que não é evento anual, nem bienal, vendeu este ano um total de 700 mil ingressos.
Entre os 350 autores, há vários jornalistas com livros lançados ou convidados para participar de debates no Café Literário, entre os quais André Trigueiro, Álvaro Costa e Silva, Arnaldo Bloch, Artur Xexéo, Joaquim Ferreira dos Santos, Patricia Kogut, Edney Silvestre, Ruy Castro. Flávia Oliveira e Simone Magno,
VEJA A PROGRAMAÇÃO NO SITE OFICIAL DA BIENAL. CLIQUE AQUI
Desliga... Ataque de pânico e assédio moral...
(por Daniel Castro)
Uma editora da GloboNews teve um ataque de pânico e precisou ser levada ao hospital, na última sexta-feira (25), após passar por uma situação de extrema pressão e humilhação. O caso levou vários funcionários do canal de notícias d... Leia mais em http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/denuncia-de-assedio-a-jornalista-leva-a-peregrinacao-na-globonews--16552?cpid=txt
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Tragédia no Texas: Foto viraliza nas redes sociais e salva vidas...
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| Foto Trudy Lampson/Twitter |
Em meio às cenas dramáticas nas águas da tempestade tropical Harvey, que inunda várias regiões do Texas, uma foto se destacou nas redes sociais e na mídia mundial.
Uma cena no Lar La Vita Bella, na cidade de Dickson, que mostra idosos com água à altura da cintura.
A foto foi divulgada por Kim McIntosh, mãe da dona do abrigo, Trudy Lampson. As equipes de salvamento foram contatadas, mas não tinham previsão de quando chegar ao local.
Com o prédio isolado, com pessoas em cadeiras de rodas ou ligadas ao oxigênio, Trudy fez a foto e a filha divulgou no Twitter. A imagem mostrou a gravidade da situação, logo foi compartilhada e viralizou nas redes.
Rapidamente, a Guarda Nacional chegou ao abrigo e resgatou o grupo.
Empresa aérea JetBlue inaugura loja de "souvenirs do escritório". A campanha trola workaholics americanos que não viajam a lazer. Aqui no Brasil vai cair bem para ilustrar a "flexibilização" das férias e da jornada de trabalho depois da reforma trabalhista...
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| A loja virtual Office Souvenirs, da Jet Blue |
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| Para relembrar "momentos inesquecíveis" no escritório. Fotos Jet Blue/Divulgação |
Em novembro, entra em vigor a reforma trabalhista. Alguns direitos passam a depender da negociação entre patrões e empregados. O "negociado" prevalece sobre o "legislado", segundo o governo.
Na verdade, essa possibilidade de negociação já existia na Justiça do Trabalho ou em dissídios, mas com a restrição de não poder retirar direitos garantidos na CLT. A "negociação" agora, com a força maior ao lado do patrão que tem o poder de demitir ou condicionar o emprego à aceitação das suas condições, permitirá "flexibilização" da jornada de trabalho, das férias, do intervalo de descanso, banco de horas, mudança dos dias de feriados etc.
Dependendo desses acordos diretos, o empregado poderá passar mais tempo na empresa.
A Jet Blue acaba de lançar uma campanha que caberá bem no Brasil pós-reforma trabalhista.
Para a empresa aérea americana, de baixo custo, o objetivo é atrair workaholics que nunca tiram férias.
O tema é uma loja de lembranças do escritório, onde funcionários que evitam sair em férias, muitas vezes por medo da concorrência interna, podem comprar souvenirs inspirados no seu trabalho.
Não é porque não viajam, ironiza a campanha, que eles não têm direito a lembrancinhas dos "momentos inesquecíveis" no batente.
A Jet Blue diz que sente pena dessas pessoas e gostaria que elas pudessem passear. Daí, desenvolveu a loja de lembranças do escritório, que, aliás, funcionou por um dia, como ponto físico de vendas, em Manhattan, NY. O site Adweek tem mais detalhes sobre Office Souvenirs
Uma loja dessas cairá bem no Brasil a partir de novembro.
Na Jet Blue, empregados poderão adquirir, por exemplo, globos de neve com uma impressora dentro, toalhas de praia com planilhas Excell, canecas, camisetas temáticas, estatuetas de telefones, de cadeiras de executivo, cartões postais do escritório, bonés com pedidos do tipo "não esqueça de me mandar mensagens" ou "eu amo trabalho noturno".
Para você nunca esquecer seus dias "inesquecíveis" e momentos "maravilhosos" no trabalho, os itens estão disponíveis na loja online da JetBlue e custam entre US $ 4,99 e US $ 15.
CONHEÇA A LOJA "OFFICE SOUVENIRS", DA JET BLUE, CLIQUE AQUI
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